26.03.2020

Conheça nossos resultados financeiros 2019

  • Receita líquida global atinge R$ 13 bilhões em 2019, crescimento de 3%;
  • Alavancagem, medida pela relação dívida líquida/EBITDA ajustado, caiu para 2,95 vezes;
  • Companhia obteve elevação da sua nota de crédito concedida pela Moody’s e recuperou sua classificação de grau de investimento pela S&P;
  • Empresa foi uma das pioneiras do setor de materiais de construção a contratar linha de crédito rotativa com condições atreladas à performance de sustentabilidade;
  • Aprovado plano de investimento em modernização de R$ 2 bilhões para os próximos cinco anos.

São Paulo, 26 de março de 2020 – A Votorantim Cimentos encerrou 2019 com lucro líquido consolidado de R$ 549,2 milhões, crescimento expressivo em relação ao ano anterior, quando o resultado foi de R$ 10,4 milhões. A receita líquida da companhia totalizou R$ 13 bilhões, aumento de 3% em relação a 2018. O EBITDA (sigla em inglês para lucro antes dos juros, impostos, depreciações e amortizações) ajustado consolidado atingiu R$ 2,7 bilhões, um aumento de 1% frente ao ano anterior, com margem EBTIDA de 20%. Já a alavancagem, medida pela relação dívida líquida/ EBITDA, caiu para 2,95 vezes, melhorando em relação a 2018, quando ficou em 3,64 vezes.

“Os resultados de 2019 refletem o início da recuperação da demanda no Brasil e o bom desempenho no exterior, apesar de cenários desafiadores em alguns países específicos”, afirma o CFO global da Votorantim Cimentos, Osvaldo Ayres Filho.

Entre os destaques do ano passado, o CFO da Votorantim Cimentos cita a ampliação das fábricas de Pecém, no Ceará, e de San Luis, na Argentina (realizado por meio da investida Avellaneda), a aquisição da United Materials, empresa que opera nos mercados de concreto, agregados e materiais de construção no Oeste do estado de Nova York, nos Estados Unidos, e o lançamento da Verdera, nova unidade de negócios voltada a oferecer a empresas e indústrias o serviço de destinação final de resíduos por meio da tecnologia de coprocessamento nas fábricas de cimento. Em 2019, a companhia investiu, no total, R$ 1,1bilhão, um aumento de 9% em comparação ao ano anterior.

Segundo Ayres Filho, a Votorantim Cimentos aprovou um plano de modernização de R$ 2 bilhões para os próximos cinco anos, com foco no aumento da competitividade de suas operações e na expansão global do negócio de coprocessamento. Como resultado da contínua expansão global em coprocessamento, a empresa alcançou 22% de substituição térmica global em 2019 versus 18,5 % no ano anterior.

A Votorantim Cimentos fechou 2019 como umas das poucas empresas brasileiras a recuperar a sua classificação de grau de investimento pela agência de rating Standard&Poors (BBB-) e obteve a elevação na sua nota de crédito pela Moody´s para Ba1, com reflexos positivos em seu custo de captação. Ao mesmo tempo, a companhia manteve a classificação de grau de investimento pela Fitch Ratings (BBB-), obtida em 2011.

A companhia também foi uma das pioneiras na indústria de materiais de construção ao fechar uma linha de crédito rotativa com taxa de juros atrelada à performance de indicadores de sustentabilidade, como a redução de emissões de CO2 e o aumento do uso de energia proveniente de combustíveis alternativos. Em substituição à antiga Linha de Crédito Rotativa (CCF, sigla em inglês para Committed Credit Facility) disponível, no valor de US$ 230 milhões e com vencimento em 2020, a Votorantim Cimentos contratou junto a um sindicato de bancos uma nova CCF no valor de US$ 290 milhões, com vencimento em agosto de 2024.

No último trimestre do ano, a companhia emitiu, pela primeira vez, títulos de dívida que deram lastro a um Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI). A distribuição pública do CRI, classificada com nota AAA (bra) pela agência Fitch Ratings, captou R$ 527,8 milhões.

“A Votorantim Cimentos segue bem posicionada em termos financeiros. A alavancagem da companhia fechou o ano abaixo de 3 vezes, em linha com nossa política financeira. Entre os principais movimentos de 2019 destacamos o aporte recebido da Votorantim S.A. no início do ano, que, juntamente com o nosso caixa, permitiu o pagamento de aproximadamente R$ 3 bilhões em dívidas. Além disso, as operações para reestruturação de dívida realizadas no ano passado resultaram em prazos mais alongados, custos mais competitivos e novas fontes de financiamento” afirma Ayres Filho.

Resultado no Brasil (VCBR)

No segundo semestre do ano, principalmente, o mercado brasileiro teve um crescimento em linha com o projetado, fechando 2019 com aumento no volume de vendas de 3,5%, de acordo com o SNIC (Sindicato Nacional da Indústria de Cimento), reflexo também da retomada no mercado imobiliário.

No Brasil, a Votorantim Cimentos registrou ganho no volume de vendas e preços, alcançando receita líquida de R$ 6,8 bilhões em 2019, crescimento de 4% em relação a 2018. O EBITDA ajustado também cresceu 4%, para R$ 1,1 bilhão.

Resultado na América do Norte (VCNA)

Na América do Norte, a receita líquida atingiu R$ 3,8 bilhões no ano passado, crescimento de 11% em relação a 2018, com aumentos de volume e preço. O EBITDA ajustado da região foi de R$ 1,1 bilhão em 2019, crescimento de 7%. O resultado foi impulsionado pelo crescimento da economia americana e a política monetária expansionista do Federal Reserve, o banco central dos EUA, juntamente com a desvalorização cambial do Real

Resultado na Europa, Ásia e África (VCEAA)

Na Europa, Ásia e África, a receita líquida foi de R$ 1,7 bilhão em 2019, queda de 8% em relação ao ano anterior. Esse resultado foi impactado, principalmente, pelas condições de mercado na Turquia, que sofre com uma recessão econômica desde o segundo semestre de 2018. Os resultados na Espanha mantiveram-se estáveis, influenciados no segundo semestre pela instabilidade política no país. Tunísia e Marrocos tiveram resultados sólidos, com avanços importantes comparados ao ano anterior. O EBITDA ajustado na região foi de R$ 418 milhões, retração de 9% em relação ao exercício anterior.

Resultados na América Latina (VCLATAM)

Na América Latina, a receita líquida foi de R$ 658 milhões em 2019, queda de 7% em comparação com 2018. O EBITDA ajustado de 2019 foi de R$ 131 milhões, queda de 15%, causada principalmente por quedas de volume no mercado local em 2018.

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