Conquistamos a nota ‘A’ em mudanças climáticas no ranking do CDP

Estamos no topo da “Lista A” e entre as melhores cimenteiras no mundo por implementar as melhores práticas em gestão estratégica ambiental

Fomos reconhecidos pela nossa liderança em transparência corporativa e desempenho em mudanças climáticas pelo CDP, uma das mais respeitadas organizações internacionais sem fins lucrativos, que administra um sistema global de divulgação de informações ambientais por empresas, cidades, estados e regiões.

Com base nos dados relatados por meio do questionário sobre Mudanças Climáticas de 2023 do CDP, alcançamos a pontuação ‘A’, o que nos coloca como parte de um número seleto de empresas classificadas no topo da lista e que atuam como exemplos de melhores práticas para o mercado.

O CDP detém o maior banco de dados ambientais do mundo e suas avaliações são amplamente utilizadas para conduzir decisões de investimento em direção a uma economia carbono zero, sustentável e resiliente. Em 2023, mais de 740 instituições financeiras com mais de US$ 136 trilhões em ativos demandaram que as empresas divulgassem dados sobre impactos ambientais, riscos e oportunidades por meio da plataforma do CDP.

Um recorde de 23 mil empresas responderam ao questionário no ano passado. O CDP utiliza uma metodologia detalhada e independente para avaliar as empresas, pontuando-as de A até D com base na abrangência da divulgação, conscientização e gestão de riscos ambientais e demonstração de melhores práticas, como a definição de metas ambiciosas e significativas. As empresas que não divulgam ou fornecem informações insuficientes recebem nota F.

“Conquistar a pontuação máxima na avaliação do CDP é motivo de grande orgulho para nós. Trabalhamos diariamente para alcançar nossas metas alinhadas aos Nossos Compromissos de Sustentabilidade para 2030 e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). O combate aos efeitos negativos das mudanças climáticas está no centro da nossa estratégia e entendemos o papel, a importância e a relevância da nossa jornada de descarbonização. Entre 1990 (ano de referência utilizado na indústria de cimento) e 2022, reduzimos as nossas emissões de CO2 por tonelada de cimento produzido em 24%”, afirma Álvaro Lorenz, nosso diretor Global de Sustentabilidade, Relações Institucionais, Desenvolvimento de Produto e Engenharia.

 

Jornada de descarbonização  

A nossa estratégia de descarbonização está pautada em quatro grandes pilares: o coprocessamento, que é a substituição do combustível fóssil nos fornos de produção do cimento por outros materiais, especialmente biomassas e resíduos; o uso de cimentícios, que é a substituição do clínquer – o principal responsável pela emissão de CO2 no processo produtivo de cimento – por subprodutos vindos de outras indústrias; a eficiência energética e uso de fontes renováveis de energia, com hidrelétricas próprias e investimentos em energia solar e eólica; e o desenvolvimento de tecnologias, uso de processos inovadores, novos materiais, captura, uso e armazenamento de carbono, desmaterialização da cadeia de valor, parcerias com diversas entidades e academia para, cada vez mais, otimizar os recursos e reduzir a intensidade do carbono.

Em dezembro de 2022, anunciamos nossa nova meta de descarbonização para 2030, aprovada pelo Science Based Target initiative (SBTi), de 475 kg de CO2 por tonelada de cimento. A nova meta é 8,7% menor que a anunciada em Nossos Compromissos de Sustentabilidade para 2030, que era de 520 kg de CO2 por tonelada de cimento. Além disso, temos a ambição de produzir um concreto neutro em carbono até 2050. 

A lista completa das empresas que fazem parte da lista A do CDP deste ano está disponível no link